quinta-feira, 8 de novembro de 2018

JORNALISTA DE NOVA IGUAÇU VAI LANÇAR LIVRO SOBRE O PRESIDENTE ELEITO JAIR BOLSONARO

Jair Bolsonaro (PP-RJ) faz um coração com as mãos ao presidir sessão no plenário da Câmara dos Deputados — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo.
O Jornalista Durval Goulart disse que vai se esforçar para apresentar um belo trabalho editorial de excelência e destaque nacional.
O Jornalista e Blogueiro Durval Goulart(Prêmio Excelência e Qualidade Brasil 2015 pela BRASLIDER na Categoria: Profissional do Ano) natural da cidade de Nova Iguaçu no Rio de Janeiro. Anunciou essa semana com Amigos, Colaboradores e Simpatizantes durante vários encontros na periferia da cidade de que no ano que vem vai publicar seu primeiro livro que resulta das suas reflexões sobre a trajetória política e a história do atual presidente eleito Jair Bolsonaro. "Quero deixar claro uma coisa não é um livro de oportunismo, mexericos nem é um livro de um metido a escritor. É um livro que pretende ser de teoria política do atual processo político em nosso Brasil. Será bastante ilustrativo, com depoimentos de Eleitores, reportagens com principais meios de comunicação do nosso pais(Destacando é claro as fontes) e fotos.Já estamos em contato com várias editoras e em breve estaremos divulgando. Disse Goulart. ACOMPANHE A SEGUIR ESSA EXCELENTE REPORTAGEM DE GUILHERME MAZUI E FERNANDA CALGARO. FONTE: G1.
De capitão a presidente: conheça a trajetória de Jair Bolsonaro
Capitão reformado do Exército, deputado de 63 anos conseguiu apoio com discurso conservador e de que não é político tradicional
Por Guilherme Mazui e Fernanda Calgaro, G1.

Capitão reformado do Exército, deputado federal desde 1991 e dono de uma extensa lista de declarações polêmicas, Jair Messias Bolsonaro materializou em votos o apoio que cultivou e ampliou a partir das redes sociais e em viagens pelo Brasil. Ao catalisar, com um discurso conservador, o sentimento contrário à corrupção, ao PT e ao próprio sistema político, o candidato do PSL foi eleito no domingo (28) de Outubro, aos 63 anos, presidente da República.
Superou na campanha a estrutura pequena do PSL e a falta de alianças com grandes legendas. Foi criticado por exaltar a ditadura e por suas declarações polêmicas. E sobreviveu a um atentado. Em 6 de setembro, Bolsonaro era carregado nos ombros por seguidores em Juiz de Fora (MG) quando foi agredido por um homem com uma faca que perfurou seu abdômen. Submetido a cirurgias, passou três semanas internado e concentrou a campanha nas redes sociais.
Embora esteja na política há três décadas, ele vendeu a imagem de que não é um político tradicional. Ganhou apoios fora de sua base política, no Rio, e nos diversos estratos da sociedade.
A decisão de ser candidato
Dias depois da reeleição de Dilma Rousseff (PT) em 2014, o deputado estava na casa onde mora com a família no Rio de Janeiro, sozinho à mesa, quando tomou a decisão de concorrer à Presidência da República.
Ele diz que não havia ninguém a seu lado. "Ninguém. Depois eu levei para minha esposa, foi a segunda pessoa que tomou conhecimento. E depois botamos o plano em funcionamento. Ninguém acreditava."
"De vez em quando, eu confesso, até eu falava: será que eu estou no caminho certo?"
Para o general Hamilton Mourão (PRTB), agora vice-presidente eleito, Bolsonaro percebeu o recado das urnas em 2014, após a vitória apertada da petista Dilma Rousseff sobre Aécio Neves, do PSDB.
“A eleição passada mostrou que a onda esquerdista estava se esgotando e que as pessoas queriam um novo jeito de fazer política”, relatou o general ao G1.
Ele saltou de 120,6 mil votos em 2010 para 464,5 mil em 2014, sendo o deputado federal mais votado do Rio de Janeiro.

Antes mesmo da eleição, em abril de 2014, ele já havia anunciado da tribuna da Câmara que colocava seu nome à disposição do PP para concorrer à Presidência com a “cara da direita”, mas foi ignorado pela própria legenda, que apoiou a campanha de Dilma.
Àquela época, Bolsonaro já sabia para qual direção queria levar o país. "Eu estou disposto em 2018, seja o que Deus quiser, tentar jogar pra direita esse país", disse em novembro de 2014 na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ).
“Qual a cara da direita, que é a minha cara? É a defesa da redução da maioridade penal. É uma política de planejamento familiar. É a defesa da família contra o kit gay. É a revogação do Estatuto do Desarmamento. É o fim da indústria de demarcação de terras indígenas. É o respeito e a valorização das nossas Forças Armadas”, disse Bolsonaro na oportunidade.
“Com ele, não tem politicamente correto. As pessoas podem estranhar, mas enxergam que ele é franco e não tem medo de se posicionar”, afirma o presidente licenciado do PSL Luciano Bivar, que se reelegeu deputado nesta eleição.
'Mito, mito, mito...'
No fim de 2014, recém-eleito para o sétimo mandato consecutivo, o deputado percorreu o país, realizou carreatas, estampou camisetas e adesivos, posou para “selfies” com eleitores e proferiu palestras. Ganhou um público jovem e ligado nas redes sociais, que o apelidou de "mito" e distribuiu memes com frases do político.
E passou a compartilhar nas redes sociais tudo o que vivia e fazia, cada momento. Como o vídeo de um protesto contra a corrupção em Copacabana, em 15 de março de 2015, em que ouviu de apoiadores: "Um, dos, três, quatro, cinco mil... queremos Bolsonaro presidente do Brasil!". Ou o registro de uma visita a Belém também em 2015: "Assim, a cada dia, ficamos mais capacitados para dar um voo mais alto".
No segundo semestre de 2015, foi recebido aos gritos por seus futuros eleitores em aeroportos lotados em Fortaleza ("Bolsonaro, guerreiro, orgulho brasileiro!"), Cuiabá ("Mito, mito, mito..."), João Pessoa ("Olé, olé, olé... mito, mito!"), Manaus, entre outros. A reação o deixou confiante no futuro.
Sobre o apelido de "mito", Bolsonaro já disse:
“Mito, eu não sei de onde veio isso aí. Até brinquei, deve ser do meu apelido de criança, ‘parmito’”.
O plano presidencial passou a ser revelado em 2015 para colegas, que não levavam a sério a viabilidade da empreitada, já que a polarização entre PT e PSDB parecia sólida. O general Mourão foi procurado à época.
“Lá por 2015 ele disse que poderia precisar de mim em algum momento, pois queria um vice de absoluta confiança. Fiquei paradinho”, contou o general, que foi para a reserva do Exército em 2018 e virou o vice da chapa de Bolsonaro após a desistência de outros nomes.
O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, posa para foto ao lado do general Mourão durante sua posse na presidência do Clube Militar, no centro do Rio de Janeiro, em junho de 2018 — Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo
Ciente de que seria deixado de lado pelo PP outra vez, Bolsonaro migrou para o PSC e, finalmente, chegou ao PSL, partido que teve apenas um deputado eleito em 2014 e, em 2018, , conseguiu eleger uma bancada com 52 deputados.
Infância no interior paulista
Eleito sete vezes deputado federal pelo Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro cresceu no interior de São Paulo. Um dos seis filhos do casal Percy Geraldo e Olinda, nasceu em 21 de março de 1955, na cidade de Glicério, que tem pouco mais de 4 mil habitantes, mas foi registrado em Campinas.
A devoção da mãe pela religião e a paixão do pai por futebol acabaram dando o nome de batismo do novo presidente do Brasil: Jair Messias Bolsonaro.
"Nasci em 1955, minha querida mãe ainda está viva. Uma gestação bastante complicada, ela como católica, botou o nome em mim, botou um dos meus nomes de Messias. Mas não sou o salvador da pátria. Quem vai salvar essa pátria somos nós. O Jair veio porque, naquele dia, 21 de março, era aniversário do Jair Rosa Pinto, meia-esquerda da seleção brasileira e do Palmeiras. E o meu pai, como palmeirense, botou o nome em mim de Jair."
Dentista prático, o pai do futuro presidente passou com a mulher e os filhos por várias cidades até se fixar em Eldorado, município onde a família ainda vive, distante cerca de 250 km de São Paulo. Percy faleceu na década de 1990.
Em entrevista à revista “Crescer”, em 2015, Olinda relatou que o filho era um rapaz "humilde", "manso" e "reservado", que não era dado a "falar besteira". O garoto magro e de olhos azuis viveu na pacata cidade do Vale do Ribeira entre estudos, jogos de futebol e pescarias.
Em Eldorado, quando tinha 15 anos, Bolsonaro conta que ajudou soldados do Exército que precisavam encontrar os melhores caminhos pela mata. Eles estavam à procura do guerrilheiro Carlos Lamarca, um dos líderes da luta armada de esquerda no Brasil nos anos 70.
"Eu andava naquela região toda, eu extraía palmito nativo do mato. Morei muito tempo numa fazenda de nome Kirongozi. Então, essa conversa de característica da mata passou muito por mim conversando com o pessoal do Exército que estava acampado lá", disse.
Carreira no Exército
Decidido a entrar para o Exército, Bolsonaro trocou São Paulo pelo Rio de Janeiro. Concluiu em 1977 o curso da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ).
Com aptidão para esportes, como o atletismo, fez o curso da Escola de Educação Física do Exército.
Contemporâneo de Bolsonaro, o deputado Alberto Fraga, policial militar, relembra a amizade que começou durante o curso e se manteve ao longo dos anos quando se reencontraram na Câmara dos Deputados.
Fraga conta que Bolsonaro era um “baita de um corredor” e se destacava no pentatlo militar, modalidade esportiva que inclui corrida, tiro com rifle e lançamento de granada (não explosiva), o que rendeu a ele o apelido de “Cavalo” ou “Cavalão”.
O amigo o descreve como uma pessoa “correta” e preocupada com os demais, que “brigava com os colegas do Exército para defender os policiais militares” que também faziam o curso.
“Teve um episódio interessante. Na travessia marítima Flamengo-Urca, eu vinha nadando junto com ele, e um colega teve cãibra de abdômen no meio da travessia. Eu o vi gritando e nadei até perto dele, o Bolsonaro também chegou e o ajudamos até chegar o barco [para tirá-lo da água]. Ele sempre foi um bom parceiro”, conta Fraga sobre a tradicional prova que marca o término do curso.
Depois, Bolsonaro fez cursos de salto na Brigada Paraquedista do Rio e de mergulho autônomo no Corpo de Bombeiros do Rio.
Reclamação sobre soldo e eleição para vereador
No Exército, Bolsonaro chegou ao posto de capitão. Segundo o general Hamilton Mourão, com quem conviveu quando estava na ativa, Bolsonaro demonstrava “coragem moral” para sustentar opiniões e era “determinado”.
Em 1986, ficou preso por 15 dias depois de escrever um artigo na revista “Veja” reivindicando aumento de salário para os militares.
“Sou um cidadão brasileiro cumpridor dos meus deveres, patriota e portador de uma excelente folha de serviços. Apesar disso, não consigo sonhar com as necessidades mínimas que uma pessoa do meu nível cultural e social poderia almejar”, escreveu Bolsonaro.
O texto rendeu 15 dias de prisão ao militar por indisciplina, conforme o jornal “O Globo”.
Em 1987, a revista publicou que Bolsonaro e outro militar planejavam explodir bombas pra pressionar o comando do exército a reajustar salários. Bolsonaro negou as acusações da revista. O caso chegou ao Superior Tribunal Militar e o capitão foi absolvido.
No mesmo ano do julgamento, Jair Bolsonaro decidiu trocar a farda pelo paletó e gravata. Foi eleito vereador no Rio de Janeiro e, por isso, foi para a reserva no Exército.
No Parlamento:
A trajetória de Jair Bolsonaro como vereador foi curta. Em 1990, dois anos depois de eleito, o militar da reserva conquistou o primeiro dos sete mandatos consecutivos de deputado federal – no período, passou pelos partidos PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP, PSC e PSL.
Bolsonaro tomou posse em 1991 na Câmara dos Deputados. Da tribuna, criticou presidentes pelo tratamento conferido às Forças Armadas, cobrou reajustes salariais, ressaltou feitos da ditadura militar e defendeu o controle de natalidade como forma de combater a miséria.

Bolsonaro ainda foi um dos principais críticos de um projeto voltado ao público adolescente que o Ministério da Educação estudava adotar nas escolas para discutir a diversidade e combater a homofobia.

“A relação entre um homem e uma mulher já não é mais normal. Aonde vamos parar?”, reclamou em 2011.

De tempos em tempos, a língua afiada e as atitudes do parlamentar renderam representações no Conselho de Ética da Câmara ou ações na Justiça. Ele foi alvo de quatro processos desde a instalação do conselho.

Um dos embates mais emblemáticos ao longo da sua trajetória na Câmara foi com a deputada Maria do Rosário (PT-RS). Em 2014, Bolsonaro repetiu da tribuna ofensas contra a parlamentar dizendo que só não a estuprava porque ela “não merecia”.

Ele foi condenado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pagar uma indenização por danos morais. Bolsonaro também é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por apologia ao crime de estupro e injúria.

Como deputado, Bolsonaro votou a favor dos impeachments dos presidentes Fernando Collor (1992) e Dilma Rousseff (2016) e pelo prosseguimento das duas denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o atual presidente Michel Temer (2017).

Na gestão de Temer, o parlamentar votou a favor da reforma trabalhista e da emenda que estabeleceu o teto de gastos. No passado, segundo reportagem do jornal “O Globo”, não teve o perfil liberal que propagou na campanha: votou contra o Plano Real, contra a quebra dos monopólios do petróleo e das telecomunicações e contra as reformas administrativa e da Previdência.

Bolsonaro tentou por quatro vezes presidir a Câmara. Não conseguiu. Durante a vida parlamentar, aprovou dois projetos que viraram lei:


Projeto que estendia o prazo para isenção do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para bens de informática;
Projeto que autorizava o uso da fosfoetanolamina, a “pílula do câncer”, cuja pesquisa foi suspensa por não ter eficácia comprovada em testes.
Polêmicas e explicações
Analistas políticos, adversários e mesmo aliados duvidavam que o deputado com 28 anos de Congresso pudesse chegar ao Palácio do Planalto.

"Ele tinha me dito: 'Olha, este é o meu último mandato aqui. Eu não quero mais, eu vou disputar a Presidência da República'. E eu disse: ‘Rapaz, tenta o Senado, o Senado é o melhor quadro para você. Você se elege tranquilamente’. Ainda brinquei com ele: ‘Você sabe que nós somos pessoas polêmicas’", relembra o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), que conhece Bolsonaro desde os anos 70.

Sobre as polêmicas, o amigo estava certo. Bolsonaro era mais conhecido pelas declarações que deu. Criou polêmica:

Com homossexuais: "Prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí. Para mim ele vai ter morrido mesmo" (Revista "Playboy");
Ao negar a ditadura militar: "E nós passamos, sr. presidente, 20 anos de período, não de ditadura, mas de um regime com autoridade, em que o Brasil cresceu, tivemos pleno emprego, respeito aos direitos humanos – porque hoje em dia a violência está aí fora –, segurança, amor à pátria e democracia. E mais ainda, nenhum presidente militar ou militar enriqueceu, respondeu a qualquer processo por corrupção" (em 20/11/2013);
Ao homenagear durante o impeachment de Dilma Rousseff o ex-coronel Brilhante Ustra, o primeiro militar condenado pela Justiça brasileira por tortura durante a ditadura militar: "Pela memória do Coronel Carlos Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff!" (ao votar em 17/04/2016).
Na campanha, foi explicando as polêmicas.

Em entrevista ao Jornal Nacional, cobrado, pediu desculpas pela frase sobre preferir um filho morto a um filho gay: "Não, tem muito gay que é pai, que é mãe, e concorda comigo. As declarações foram fortes, foram algumas caneladas. Peço até desculpas, mas foi um momento de temperatura alta em comissões, que quase houve vias de fato em muitas discussões, porque o ativismo LGBT levava para isso" (JN, 28/09/2018).


Também condenou quem quer dividir o Brasil entre homos e héteros: "Nenhum país do mundo tem o que nós temos: riquezas minerais, biodiversidade, água potável, regiões turísticas. Temos tudo, tudo para ser uma grande nação. Para isso, temos que unir o nosso povo. Unir os cacos que nos fez o governo da esquerda no passado, botando de um lado negros e brancos, jogando nordestinos contra sulistas, jogando pais contra filhos, até mesmo quem tem opção sexual, homo contra héteros" (em pronunciamento após a vitória no 1º turno, em 07/10).

Disse que nada tem contra os gays: "Nada contra os homossexuais. Cada qual vai ser feliz da maneira que bem entender, mas querer impor nas escolas precocemente que as crianças despertem para o sexo, não, Haddad" (em entrevista, 11/10).

E também no Jornal Nacional, em 8 de outubro, defendeu a democracia e a Constituição brasileiras: "Estamos disputando as eleições porque nós acreditamos no voto popular, e seremos escravos da nossa Constituição".

A primeira dama do Brasil a partir de 1º de janeiro, Michele Bolsonaro, refuta a imagem que os adversários fizeram do presidente eleito. “Ele não é nada disso. Ele é tachado, ele não é essa pessoa que falam. Eu sou prova disso. Quem convive conosco também. Então, assim, é uma infelicidade de quem fala que ele é racista, machista, homofóbico, é tudo mentira.”

“Como ele é em casa?”, perguntou um repórter. “Um príncipe. Um maridão.”

Filhos na política:
Bolsonaro é descrito na vida pessoal como um sujeito “família” e “brincalhão”, distante do estilo durão dos embates políticos.

Tem cinco filhos com três companheiras diferentes. A atual mulher se chama Michelle, com quem o político teve a única filha, Laura.

Relatos de aliados indicam que o capitão tem poucas pessoas em seu círculo de confiança, com espaço de destaque para os três filhos do primeiro casamento: Carlos, Flávio e Eduardo.

Os três se tornaram políticos. Carlos é vereador no Rio de Janeiro, Flávio é deputado estadual e se elegeu senador pelo Rio, e Eduardo conquistou o segundo mandato de deputado federal por São Paulo com a maior votação do país – 1,8 milhão de votos, recorde para uma eleição de deputado federal.

Os três filhos ajudaram o pai a traçar sua estratégia política e digital. Por meio das redes sociais e de grupos de mensagem no WhatsApp, Bolsonaro virou “Bolsomito” e consolidou a imagem de candidato de direita com uma linguagem simples e direta, divulgada em cards, gifs e vídeos compartilhados em série.

Ao contrário de outros candidatos que reforçam a comunicação digital apenas em período eleitoral, Bolsonaro manteve atenção constante nas redes, estratégia que resultou em uma legião de seguidores.

No início de 2014, Bolsonaro tinha 204 mil seguidores no Facebook. Em quatro anos, o número saltou para quase 8 milhões. No Twitter, ele chegou a 1,9 milhões e no Instagram, a 5,4 milhões de fãs. Os números são de 26 de outubro.

Na mesma data, seu adversário Fernando Haddad (PT) tinha 1,7 milhão de seguidores no Facebook, 931 mil no Twitter e 975 mil no Instagram.

“Foi meu filho, o zero dois, o Carlos, ele começou a usar e no início de 2015 eu passei a ser o dono das matérias do Facebook, eu passei a ser o dono”, disse Bolsonaro à TV Globo.

Um amigo, que ele não diz o nome, é o responsável pelo tom das mensagens. “Hoje é um cara bastante amigo, um segundo tenente do Exército que mora em Brasília. Então, mando pra ele WhatsApp, e daí: ‘Cabra da peste, posso colocar isso aí?’ O cara tem cabeça, né? Não é na redação, ele ajuda muito no sentimento”, conta o presidente eleito.

Quando faltava pouco mais de uma semana pro segundo turno, o jornal Folha de S.Paulo denunciou um suposto esquema de envio de mensagens em massa no WhatsApp contra o candidato do PT, Fernando Haddad. Bolsonaro negou qualquer relação com o suposto esquema.

O TSE abriu uma investigação sobre o caso. Já a PGR pediu que a Polícia Federal abrisse um inquérito para investigar a campanha dos dois candidatos, e não somente de Bolsonaro.

Nas ruas, as posições polêmicas provocaram reações diferentes nos brasileiros. Parte da população combateu as ideias dele, mas outra parcela se identificou com Bolsonaro. No sábado, dia 29 de setembro, milhares de pessoas tomaram as ruas nos 26 estados do Brasil e no Distrito Federal para dizer “ele não”. No dia seguinte, simpatizantes do candidato fizeram manifestações em 17 estados e no Distrito Federal para dizer “ele sim”.


Em outubro, houve novas manifestações. No dia 20, atos contra Bolsonaro ocorreram em 29 cidades do país. No dia 21, apoiadores de Bolsonaro participaram de manifestações em 57 cidades.

Atentado:
Com um forte discurso antipetista, de defesa da família, da ordem e da autoridade, Bolsonaro liderou a maior parte da corrida para presidente, mesmo depois de ter sido obrigado a parar a campanha por causa do atentado que sofreu em Juiz de Fora, em 6 de setembro. Adélio Bispo de Oliveira o atacou com uma faca de 25 centímetros na região do abdômen. Atualmente, o agressor está preso preventivamente na Penitenciária Federal de Campo Grande.

Bolsonaro foi levado para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, onde passou pela primeira cirurgia. Recebeu dois litros de sangue para compensar a enorme hemorragia. Os médicos identificaram três perfurações no intestino delgado e uma lesão no intestino grosso. Cortaram um pedaço de cerca de 10 centímetros do intestino grosso e realizaram uma colostomia. Bolsonaro ficou com uma bolsa externa para armazenar as fezes.

Ainda na UTI, ao lado de filhos e amigos, ele descreveu o momento do ataque. “Eu tava muito preocupado que parecia apenas uma pancada na boca do estômago. Nós já levamos uma bolada no futebol, a dor era insuportável e parecia que tinha algo mais grave acontecendo. Essa equipe maravilhosa e abençoada por Deus detectou e evitou que o mal maior acontecesse.”


No dia seguinte ao ataque, 7 de setembro, o então candidato do PSL foi transferido para o hospital Albert Einstein em São Paulo. Três dias depois, passou por uma nova cirurgia por causa de uma inflamação que provocou uma aderência – uma obstrução – no intestino.

Ele recebeu alta no dia 29 de setembro, depois de 23 dias de internação. Em casa, Bolsonaro conta que o atentado o fez pensar ainda mais na filha caçula, Laura, de 8 anos. “Ela ficou sabendo sete dias apenas o que aconteceu com o pai dela. A minha grande preocupação é não deixá-la órfã. Talvez isso me dê força.”

Como até hoje se recupera da cirurgia, nos últimos 50 dias praticamente não foi às ruas. Ainda assim, a maioria dos eleitores o escolheu.

Equipe do novo presidente
Cotado para assumir a Casa Civil no novo governo, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) aderiu ao projeto em 2017 e integrou o núcleo duro da campanha, junto com os filhos de Bolsonaro, o general da reserva do Exército Augusto Heleno, o advogado Gustavo Bebbiano, que interinamente preside o PSL, e o economista Paulo Guedes, espécie de embaixador da candidatura junto ao mercado e que deverá chefiar a equipe econômica. Com Guedes, a campanha passou a defender uma agenda mais liberal para a economia, com menor presença do Estado.

Para Onyx, o impeachment de Dilma Rousseff, que encerrou 13 anos de gestão do PT em 2016, reforçou a imagem de Bolsonaro junto ao eleitor como a antítese da esquerda brasileira, ponto reiterado na campanha eleitoral.

“O Jair tem como característica ser um cara francão, né? Ele diz o que ele pensa. [...] Daqui a pouco você sobe o tom além do necessário [...]. Agora, essa franqueza, essa honestidade, não apenas de palavra, de forma que ele tem, que ele carrega, a escolha que ele fez de trabalhar com princípios e valores, eu acho que isso construiu essa conexão que ele tem com todo o Brasil hoje”, diz Onyx.

Primeiras medidas:
Uma das principais promessas de campanha deve inaugurar seu governo, em 1º de janeiro. Ele quer mandar um projeto para o Congresso mudar o Estatuto do Desarmamento.

“Mudar, porque o cidadão de bem ele quer fazer com que o referendo de 2005 seja respeitado, o povo decidiu pelo direito de comprar armas e munições. Eu não estou inventando nada.”

Para ele, a medida representa o desejo da população. “Quando eu estive em todos os momentos tratando este assunto, quer seja na área urbana, quanto na área rural, a aceitação foi excepcional. Nós achamos que foi bem-vinda a lei do feminicídio, mas muitas vezes eu chamava cinco, seis, mulheres pro tablado e dizia sobre a lei do feminicídio: ‘Você prefere uma lei do feminicídio no bolso ou uma pistola na bolsa?’ Na maioria das vezes, ela optava pelas duas questões.”

O novo presidente diz que sabe como pretende convencer parlamentares. “Não foram apenas 52 deputados que meu partido fez. Vários parlamentares candidatos usaram meu nome por aí, eu não dei bola pra isso, com essas bandeiras, e chegaram lá. Então, essa bandeira do desarmamento está bastante viva, não só na cabeça do povo, mas também com os parlamentares que estão chegando a Brasília agora.”


Tá ok?
Bolsonaro mostra segurança, mas muitas vezes parece querer saber se foi mesmo entendido. Quando responde a uma pergunta, é comum terminar a frase com um “tá ok?”.

Por exemplo: “Vai ter a livre concorrência aqui, com toda certeza, isso pode acontecer, tá ok?”

Se está ok? Para a maioria dos eleitores, sim. É assim que a democracia funciona.

Estamos abrindo espaço para os Eleitores que desejem participar dessa obra e estudantes de Jornalismo onde o qual vão ser citados na presente obra. Destacou Durval Goulart. 
Maiores informações com o Jornalista Durval Goulart(Whatsapp (21)98027-0420 ou pelo EMAIL: durvalgoulart@uol.com.br

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

JORNALISTA LANÇA PRÉ CANDIDATURA A VEREADOR EM 2020

"Conhecido pela classe política e ex Assessor de políticos tradicionais da cidade de Nova Iguaçu, o jornalista Durval Goulart, revelou que tentará uma vaga a Câmara de Vereadores em 2020."

Morador do bairro Miguel Couto a 38 anos, Goulart conhece de perto a realidade da periferia da cidade e os anseios da população. O jornalista, possui um extenso currículo como liderança comunitária. Atuou diretamente em várias campanhas eleitorais e Presidiu quatro Associações de Moradores.
Durval explicou, que a decisão foi tomada durante reuniões que vem mantendo com amigos e colaboradores. 
Cobrado por parentes e amigos que conhecem seu potencial, ele recebeu o pedido e declarou que vai entrar na disputa tendo em vista a alta aceitação de seu nome em toda região já que o eleitor ve em seu nome a renovação. 
Na onda das mudanças o jornalista é Eleitor de Bolsonaro a Presidente e Wilson Wiltzel a Governador do Rio de Janeiro.
“Quero trabalhar para uma Nova Iguaçu melhor, estar presente nos bairros, pois a principal insatisfação e reclamação da sociedade é que alguns representantes depois que ganham desaparecem. 
O parlamentar tem que estar sempre nos bairros buscando saber as necessidades da comunidade, cobrar mais do Executivo para melhorar o atendimento público de Saúde, Criação de Creche para idosos, Implantação de novas linhas de ônibus em todos os bairros que estejam desassistidos dessa necessidade estas e outras inclusive será uma das minhas principais bandeiras”, explicou.
 “Estamos estudando e vamos discutir esta possibilidade estou nas ruas conversando com a população, se houver a probabilidade, estarei colocando o meu nome à disposição, para atender o anseio dos amigos e de toda comunidade num todo. Ainda tem muita água para passar por debaixo da ponte, vamos com cautela e muita conversa. Se for a vontade de Deus e do povo porque não avaliar todas as chances reais?, questionou..PARTICIPE VOTANDO NA NOSSA ENQUETE SEGUE AQUI O LINK DE ACESSO: 
https://www.ferendum.com/pt/PID188608PSD46974

terça-feira, 31 de julho de 2018

LIDERANÇAS PRESTIGIAM VEREADOR MARCELO LAJES NO LANÇAMENTO DE SUA CANDIDATURA A DEPUTADO ESTADUAL

"Agradeço a Deus em primeiro lugar e também a todos meus familiares, amigos e equipe pelo carinho e confiança."

O Encontro foi bastante proveitoso e despertou o interesse das lideranças em eleger um deputado estadual da região com capacidade para defender os interesses do cidadão na ALERJ.
Vereador realiza reunião com lideranças e anuncia candidatura a deputado estadual
Na última quinta-feira (19 de julho), o vereador de Nova Iguaçu, Marcelo Lajes pelo PPS, realizou uma reunião com lideranças e apoiadores onde foi confirmada e anunciada sua pré-candidatura a deputado estadual.
O encontro foi realizado numa casa de eventos no bairro Ambaí e contou com a presença de mais de 250 lideranças de diversos bairros de Nova Iguaçu, que declararam apoio a pré-candidatura do vereador Marcelo Lajes.
"Agradeço a Deus em primeiro lugar e também a todos meus familiares, amigos e equipe pelo carinho e confiança. Acreditamos que para que possamos trabalhar ainda mais por nossa região precisamos ter representatividade na Alerj. Sabemos que não será uma batalha fácil, mas vamos encarar esse desafio confiantes e com os pés no chão.", declarou o vereador Marcelo Lajes.

Fonte: BAIXADA VIVA NOTICIAS.
Foto: Divulgação-Colaboração: Jornalista Durval Goulart.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

WALTINHO PAIXÃO PREPARADO RUMO A ALERJ É DO POVO PARA O POVO



A respeito de seus planos, caso seja eleito, declarou que pretende fazer como deputado o que as pessoas esperam: ser um representante do povo. É preciso trabalhar para quem precisa.


O nosso destaque político da semana vai para WALTINHO PAIXÃO que como candidato a deputado estadual. Recém filiado ao PATRIOTA, disse que se preparou para as eleições deste ano para representar a população como ela merece. WALTINHO é Vice-Prefeito em Mesquita meu intuito como futuro deputado estadual é de poder com garra e trabalho contribuir pois a Alerj está carente demais de representante limpo, correto. Não posso querer mudança e se eu não for exemplo de um político sério e comprometido com as classes menos favorecidas, destacou WALTINHO.
A respeito de seus planos, caso seja eleito, declarou que pretende fazer como deputado o que as pessoas esperam: ser um representante do povo. É preciso trabalhar para quem precisa. A população está carente, entregue a políticos muitas das vezes que têm compromissos com o governo, meu compromisso será com o povo para o povo”, explicou.
WALTINHO PAIXÃO espera que as eleições deste ano sejam mais limpas, por conta de todos os escândalos que aconteceram e deixaram em todos que o sentimento de impunidade não pode existir. “As pessoas precisam analisar que é o candidato, como ele é como pai de família, em sua atividade política”. Tem um amigo meu que me disse que não preciso de política, que nas ruas ouvirei coisas ruins, mas penso que se deixar de lado seremos governados por quem não queremos. Se ouvir besteira é por conta do que os outros já fizeram, concordo com tudo que vão dizer, mas não tenho culpa de nada e minha proposta é entrar para mudar. É preciso analisar. Como vamos colocar uma pessoa diferente de nós para representar”, Destacou.

CONHECENDO SOBRE(PERFIL) WALTINHO PAIXÃO: 
Walter de Almeida Paixão, 65 anos, nasceu em Mesquita, na época, 5° distrito do município de Nova Iguaçu, e é formado em Contabilidade. Participou ativamente do processo de emancipação de Mesquita e foi Presidente da Comissão Pró-Emancipação, viajando mais de 150 vezes à Brasília junto com o tio, José Montes Paixão, o emancipador de Mesquita e primeiro prefeito da cidade recém criada.

No Governo da Emancipação, foi Subsecretário de Meio Ambiente. Em 2002, foi candidato ao cargo de Deputado Estadual, ficando como 3º suplente. Foi candidato a Prefeito em 2004, e assume o cargo de vice-prefeito pela segunda vez. Em 2012, embora tenha sido eleito vice-prefeito, não participou da gestão por discordar com a forma de gerenciamento do então prefeito.
Em 2016, foi eleito novamente vice-prefeito, na chapa do Prefeito Jorge Miranda e tem atuado como interlocutor das demandas junto à população, fiscalizando ações realizadas pelas secretarias e levando soluções aos problemas de cada região.
Fotos: Perfil Waltinho Paixão Facebook -TEXTO: Jornalista Durval Goulart(Zap 98027-0420).

domingo, 29 de julho de 2018

MODELO MIRIM MARIA KLARA LEUTÉRIO DESTAQUE DE NOVA IGUAÇU PARA O MUNDO












O nosso destaque vai para nossa bela modelo mirim iguaçuana Maria Klara Leutério, com apenas 8 aninhos já se consolida como uma estrela revelação da sua cidade Nova Iguaçu. Moradora no bairro da Prata Maria Klara é filha do casal Geane Loureiro e Edmilson dos Santos. Tão nova é já com um curriculum artístico bastante extenso: Faz teatro, estuda oficina de teatro e TV e recentemente se apresentou no famoso teatro Vanucci na Gávea e ainda se preparando para se apresentar na Casa de Cultura de Nova Iguaçu agora em Setembro. Ela pede nessa oportunidade para convidar a todos para se fazerem presentes num Mega Evento no Brisa Barra Hotel, no dia 19 de Agosto, às 15:30 hs ocasião onde haverá Desfiles, Shows, presença dela claro Maria Klara e a Atriz do SBT Lorena Queiroz a Dulce Maria da novela Carinha de Anjo além de muita diversão! Se fosse vocês não ficava de fora dessa.Maiores informações pelo telefone: 98053-9823.
FOTOS: Arquivo de família Texto: Jornalista Durval Goulart.

sábado, 21 de julho de 2018

LIDIANE CASTRO TRABALHO E AMOR NAQUILO QUE FAZ

Nossa Lider Comunitária Lidiane Castro durante visita nos estúdios do SBT Rio. Nesse encontro com a Apresentadora Isabela Benito e o Comentarista de segurança Pública Delegado Carlos Augusto Nogueira levou as demandas de sua regiâo.


O Sorriso das pessoas me da forças para fazer mais e mais. Com amor e sem temor!


Com apoio vindo de diversos seguimentos Lidiane arrecada alimentos e distribui com os menos favorecidos.


Respeito e amor ao próximo e aos idosos é assim que se faz!


Líder comunitária é aquela que não se preocupa em agradar a todos, mas em alcançar o objetivo proposto pela sua comunidade local. Falar da companheira de luta a jovem Lidiane Castro é questão de honra e justiça. Mãe, esposa, filha e uma eterna apaixonada pelas causas sociais e comunitárias na cidade de Nova Iguaçu.
A vários anos de sua vida, dedicada ao bem comum nossa líder comunitária da comunidade de Prados Verdes e Adjacências. Com um trabalho invejável em prol da comunidade, representando com louvor sua cidade. A organização da comunidade é encabeçada por essa líder comunitária. Que desenvolve  a ação conjunta de  cidadãos de uma determinada região para obter melhorias para a população junto ao poder público com ação e trabalho. E essa nossa amiga Lidiane Castro o faz com presteza e bom senso.
Não desiste, mas renova suas forças a cada dia, acredita, se empenha, luta diária em favor dos menos favorecidos, e não perde seu alvo de vista, está sempre pronto a recomeçar. Líder nata é companheira fiel das classes menos favorecidas o qual tem como seu espelho, ressaltando que a bandeira da nossa líder comunitária é o povo.
Lidiane Castro desempenha  o trabalho por amor à sua comunidade, por prazer e como voluntária promove sua comunidade, faz as pessoas sentirem que estão no centro e não na periferia dos planos, e cada um sente que faz a diferença para o sucesso da organização da sua comunidade. A periferia nunca esteve tão em alta e bem representada.
A humildade é sua marca. Ela segue seu caminho, cumpre o seu papel com amor e simplicidade e leva ao topo todos os que ouvem e seguem seus conselhos. Moradora de Nova Iguaçu, autora de grandes reivindicações, acesso ilimitado as mídias que usa a favor do povo. Suas ações são dignas de louvor.
Lidiane, você é um grande exemplo de perseverança, de amor ao próximo e neste dia tão especial homenageamos você nestas pequenas linhas. Que continue brilhando, que o Senhor a abençoe cada vez mais, que lhe de saúde para continuar na luta diária para atender os anseios do povo.
Luz é o que desejamos, você é de fato gente do bem, merece todo o respeito e admiração, sucesso e conte conosco em sua caminhada. Termino estas linhas com a citação “No que diz respeito ao desempenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem-feita ou não faz” – Ayrton Senna.
FOTOS: Lidiane Castro. Texto: Jornalista Durval Goulart.

"Parece clichê ou algo emblemático o que vou dizer, mas me sinto muito feliz a cada quinzena em que sou abençoada por Deus para "servir" ao meu próximo, desta vez 150 famílias e a Creche da Irmã Nicinha (32 crianças) puderam ser contempladas!! 
Que nossas palavras, gestos e ações façam a diferença na vida das pessoas, porque do contrário q sentido teria a nossa própria vida".(Lidiane Castro).

sexta-feira, 20 de julho de 2018

CONCESSÃO DE LINHAS DE ÔNIBUS PARA MIGUEL COUTO CADÊ OS POLITICOS DA REGIÃO QUE NÃO SE ENVOLVEM?

Desde 2010 o processo com o pedido para Concessão das Linhas de ônibus estão parado no DETRO e até hoje nada. Dai eu pergunto cadê os politicos com e sem mandato?


O bairro Miguel Couto em Nova Iguaçu esta se manifestando a respeito com vistas ao processo de nºE-10/130.590/10 protocolado no DETRO em 21/01/2010 com abaixo assinado com mais de 500 assinaturas e até hoje sem resposta.Onde os passageiros pedem encarecidamente ao orgão a criação das linhas de ônibus ligando o bairro aos seguintes destinos:Madureira, Duque de Caxias e Queimados.É grande a necessidade da concessão dessas linhas devido a grande demanda para essas regiões.Outro sim o bairro a mais de 25 anos esta desassistida de tais iniciativas que atendam as necessidades dos passageiros.Pede-se ainda uma linha para a Barra da Tijuca.Fica ai o registro e no aguardo da resposta das autoridades e do próprio DETRO. 
Fotos e Texto: Jornalista Durval Goulart(Whatsapp: 98027-0420).

JORNALISTA DURVAL GOULART EM 2009 RECONHECIDO PELO JORNAL EXTRA UM RECORDISTA


A mais de 9 anos fui reconhecido pelo JORNAL CADERNO BAIXADA/OGLOBO-EXTRA.EDIÇÃO:18/04/2009 como um Recordista de participações em reivindicações. Cumprindo com o seu papel de sempre buscar o melhor para a sua cidade Nova Iguaçu.
SÓ PARA INFORMAR ESSA REPORTAGEM NO JORNAL EXTRA DE 18/04/2009. A Rua em questão(Av.Luiz Galvão do Vale-Bairro Jardim Panorama) já foi asfaltada pelo governo do Estado do RJ numa indicação do então deputado na época NELSON BORNIER em 12/2011.Minha internet hoje é banda larga e a HILDA BURACÃO continua sendo sucesso nas comunidades.Valeu equipe do Jornal Extra.Destacou o hoje jornalista Durval Goulart.

MOBILIDADE NA BAIXADA FLUMINENSE É POSSIVEL MELHORAR?


Mobilidade na Baixada Fluminense: é possível melhorar?Por *Nelson Bornier.
Diariamente, os fluminenses levam em média 4h só dentro do transporte público. Será possível melhorar a mobilidade e reduzir esse número?
Um dos maiores problemas da Baixada Fluminense e do Estado do Rio de Janeiro é, sem dúvidas, a mobilidade urbana. Diariamente, os fluminenses levam em média quatro horas só dentro do transporte público. E quando o assunto é trânsito, Nova Iguaçu está entre os piores indicadores da região metropolitana (RMRJ).
Pensando nessa batalha que centenas de famílias enfrentam em suas rotinas, eu viabilizei, enquanto Secretário da Baixada, a construção da Via Light. Durante meu governo, acompanhei de perto cada etapa, desde o projeto até a inauguração. Essa ação melhorou muito a mobilidade urbana e reduziu o tempo de viagem dos nossos moradores, mas hoje, a demanda do município é muito maior, e é necessário implementar outras medidas para o povo.
Mas, afinal, o que pode ser feito para melhorar a mobilidade? Um dos grandes desafios é integrar a Baixada Fluminense à capital em um espaço mais curto de tempo, sem abrir mão de condições básicas de infraestrutura e segurança. Para isso, uma das alternativas é a construção do BRT, beneficiando não só Nova Iguaçu como todos os municípios ao seu redor.
Outra solução é a criação das faixas preferenciais para os ônibus, assim como temos na capital. As faixas separadas melhoram e organizam o tráfego, tornando o trajeto muito mais fluido e confortável.
Transporte alternativo – pode ser uma solução para a mobilidade?

Para ajudar à toda a população – das periferias ao centro – a regulamentação do transporte alternativo também é necessária. As vans fazem parte da mobilidade de 150 mil pessoas por dia. Em algumas áreas os ônibus convencionais não chegam, fazendo desse meio de transporte a única opção para muitos moradores.
Implementar um transporte de qualidade não é tão simples, mas com trabalho duro, é possível. É preciso ponderar diversos aspectos, como as habitações, a situação dos pedestres, ciclistas, carros e transportes de carga. Mas com um estudo e planejamento aprofundado, é possível fazer um investimento bem feito, estruturado e sem falhas, beneficiando à toda população.
Melhorar a mobilidade urbana precisa ser uma das prioridades do município. Conseguir os recursos para tirar esses planos do papel é uma importante função do Deputado Federal. Que possamos avançar nesse quesito, dando atenção a quem mais precisa. É direito do povo ter um transporte digno e de qualidade. Contem comigo nessa batalha!
*NELSON BORNIER é Ex-Prefeito da Cidade de Nova Iguaçu Foi Deputado Federal por 4 Mandatos e nessas Eleições 2018 Concorre a Deputado Federal pelo PROS.

domingo, 15 de julho de 2018

BATE PAPO INFORMAL COM DEPUTADO DOUTOR DEODALTO



O encontro para troca de idéias aconteceu  às 8 horas da manhã deste domingo na residência do amigo Moisés no bairro Jardim Panorama na divisa entre a cidade de Nova Iguaçu e o município de Belford Roxo.
O Deputado Estadual Doutor Deodalto que é também candidato a reeleição agradeceu a presença dos ilustres amigos.O Jornalista Durval Goulart presente ao encontro destacou: “O parlamentar vem fazendo grande diferença em Belford Roxo e também nos municípios da nossa região, intermediando os recursos e investimentos fundamentais para diversas áreas, inclusive a saúde”, Ressaltou.
O parlamentar mais uma vez enfatizou a oportunidade de estar com formadores de opinião locais da comunidade e se colocou à disposição para continuar lutando por mais investimentos do Governo do Estado do Rio de Janeiro para os municípios. “Tenham a certeza que vou batalhar para que consiga os recursos fundamentais para que a população tenha os serviços como: saúde, educação e infraestrutura com mais qualidade”, finalizou.
Durval Goulart aproveitou para reforçar a indicação legislativa já apresentada pelo deputado na ALERJ visando a criação das linhas de ônibus ligando o bairro Miguel Couto em Nova Iguaçu a Madureira, Duque de Caxias, Queimados e Barra da Tijuca. FOTOS: Marcio Elias.