segunda-feira, 29 de julho de 2013
CADÊ O LAUDO MÉDICO?Por *Eugenio Ibiapino
Essa pergunta é a principal exigência e condição que as empresas de ônibus estão impondo para que os portadores de necessidades especiais e doentes crônicos tenham o acesso ao passe livre nos ônibus. Esta situação é vivenciada em quase todos os municípios da baixada fluminense. Mas quando os motoristas são questionados, afirmam que estão recebendo ordens das empresas. Agora a pergunta que não quer calar; Este é o tipo de responsabilidade social que as empresas rodoviárias estão dando como contra partida a sociedade civil e aos governantes?
Até quando as pessoas que precisam deste tipo de passe serão obrigadas a falar / ou apresentar o seu laudo médico ao motorista e assim continuarem passando por uma série de constrangimentos? Isso constitui crime pelo código penal brasileiro porque está invadindo a privacidade das pessoas obrigando-as a revelarem o seu tipo de doença.A aquisição deste passe no transporte público foi uma conquista histórica dos movimentos sociais e não pode sofrer todo esse retrocesso.Estamos vivendo um século de conquista de direitos e não podemos regredir ao tempo e a história. Muita gente precisa desse passe para dar continuidade ao tratamento médico, e mesmo poderia utilizá-lo para nos finais de semana fazer uma visita a um amigo, a um parente, ir a um cinema, porque tudo são também é parte integrante de um tratamento de câncer, e até mesmo da AIDS. Não basta somente tomar o remédio, alem de uma boa alimentação, os doentes precisam sair do casulo,passear, visitar as pessoas e tentar levar a vida de uma maneira mais o comum possível. Todavia muitas vezes o abandono do tratamento está automaticamente associado a essa situação de vulnerabilidade e vexame por qual passa essas pessoas que acabam ficando com o seu sistema imunológico totalmente debilitado e por este motivo muitos chegam a óbito.A concessão das linhas de ônibus é oferecida para o Estado para que estas empresas possam prestar um serviço público dentro um padrão jurídico, ou seja, jamais eles poderiam ignorar o direito ao passe livre aos portadores de doenças crômicas, estudantes idosos e pessoas com deficiência, não nos esquecendo também que na baixada se paga mais caro viajar de ônibus do que na cidade do Rio de janeiro.Hoje á AIDS chega até a matar, quando o paciente não toma a devida medicação (que é distribuída gratuitamente), mas o preconceito e a
discriminação matam mais rápido, porque a pior morte é a morte civil, que torna milhares de pessoas mortas vivas, sem o acesso aos direitos básicos de qualquer ser humano.Portanto hoje na baixada fluminense a omissão das autoridades e a inércia da sociedade está causando muito mais vitimas do que o câncer e a AIDS juntos. Não existe meia democracia, não existe meia cidadania, porque não pode existir vida pela metade. Nessas horas me lembro de uma importante frase de uma poetisa e filósofa Simone de Beauvoir: “O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos “Não podemos continuar impassíveis diante deste crime de lesa pátria que as empresas de ônibus estão cometendo contra mais de 20% da população. Aproveito o ensejo para lembrar que algumas cidades da baixada fluminense assinaram o compromisso com as Metas do milênio e entre elas está a prevenção a AIDS.Mas como tratar a AIDS se as prefeituras não punem as empresas
rodoviárias que estão negando o direito básico do acesso da população ao tratamento? mas, Pelas regras da OMS (organização de saúde) e do próprio SUS (sistema único de saúde) somente o médico pode exigir atestado médico, cabe ao motorista dirigir os ônibus e fazer cumprir o direito ao passe livre dos portadores de doenças crônicas deficientes, idosos e estudantes. Quem deve fiscalizar esta denúncia são, as prefeituras, Ministério público, o parlamento, dentre outros órgãos de defesa dos direitos humanos.Para a maioria das empresas que descumprem a lei do passe livre, vai o laudo do desrespeito e desumanidade.
*Eugenio Ibiapino.O autor é articulista-Fundador do movimento LGBT da baixada-Coordenador da parada LGBT de Nova Iguaçu-Apresentador do programa ‘ATITUDE GERA MUDANÇA” da C4 TV WEB.Secretário de comunicação Do grupo 28 de junho de cidadania LGBT-Ator e Poeta.
Contato: eugenioibiapino@gmail.com
quarta-feira, 24 de julho de 2013
REUNIÃO SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA MOBILIZA MORADORES E COMERCIANTES EM MIGUEL COUTO
Dia 23 de julho de 2013 reuniu-se, no Colégio Estadual Vicentina Goulart, em Miguel Couto, o Conselho Municipal de Segurança Pública de Nova Iguaçu, sob a presidência de Ailana Scandian. Presentes o Coronel Max comandante do Vigésimo Batalhão de Polícia Militar, com base em Mesquita; a delegada Juliana Emerique da 52ª DP; o Secretário Municipal de Defesa Civil Luiz Antunes; o inspetor Bitencourt, representando a 58ª DP); o Capitão David, da 3ª Companhia-PM; os vereadores Carlinhos Presidente e Gerciano.
Quanto aos integrantes da 'Mesa' se apresentaram, um a um, para dizer ao que vieram, mas quando a presidenta Ailana concedeu à platéia o direito de queixa com respeito aos problemas que afligem o Bairro e Adjacências, as reclamações pairaram num único tema: Intensa onda de furtos e assaltos à mão armada às pessoas e ao comércio local, coisa que até pouco tempo atrás, simplesmente, não existia. Coincidência ou não, queiram ou não, esse surto teve início logo após a expulsão de bandidos dos morros cariocas e aumenta a cada dia, embora alguns insistam em dizer que não é o caso!
Jair, comerciante local disse: "Estamos cansados de sermos assaltados, mas, não adianta ligar para o DPO, que o reclamante não será atendido".
Subsequentemente o Comandante do 20° Batalhão explicou que esse procedimento em ligar para o DPO não é o correto: "Quando for assim ligue para 190", explicou.
O Secretário de Defesa Civil Luiz Antunes se preocupou em passar para a população, que quando alguém quiser podar ou cortar árvores por motivo de ordem estética, se dirigir a Secretaria de Meio Ambiente que é especializada nesse particular, posto que tal procedimento necessita de acompanhamento técnico de parte de biólogos, etc... Cortes de árvores em fiação elétrica procurem a Light. À Defesa Civil cabe medidas em caráter de urgência, quando houver risco de vida ou sinistro é o caso, também, dos bombeiros. Nosso telefone de plantão é o 2668-3537 - disse, ainda, que outras atribuições em sua Secretaria diz respeito aos camelôs, e, ao comércio informal, aduzindo que, em breve haverá um 'choque de ordem' em Miguel Couto, nesse sentido.
VEREADOR CARLINHOS PRESIDENTE PEDE QUE SUA PALAVRA FIQUE REGISTRADA:
Ele Cobrou da prefeitura que faça a manutenção das lâmpadas dos postes do corredor esportivo que estão apagadas e conserte os vazamentos de esgoto que estam afrigindo os moradores, que é uma vergonha a sujeira, o lixo e as lâmpadas apagadas em torno dos Colégios Vicentina, Ruy Afrânio e em várias ruas da nossa região, cobrou das autoridades estaduais para que o governador cumpra a sua palavra de construir o Batalhão da PM em Nova Iguaçu, pois este sistema de segurança de seu governo voltado somente para a zona sul e capital do estado com a instalações das UPP'S está fazendo nós moradores da baixada sofrer com o alto índice de assaltos e migração de marginais para nossa região que agora conta até com boca de fumo no Ambaí conhecida como Buraco do Boi constituída nos moldes das capital, expulsando moradores, tendo toque de recolher e falando que a policia não entra, sobre o impasse entre os moradores e a banda sobre o barulho dos ensaios foi tudo resolvido, pois coloquei a quadra do Esporte Clube M. Couto que possui acústica a disposição da Banda Lobos Goulart e do colégio Vicentina na pessoa do Srº diretor Alex... Acabou o seu discurso solicitando ao comandante do 20º BPM que aumente o policiamento no centro de Miguel Couto, pois em 15 dias 8 comércios foram assaltados e bairros vizinhos estão abandonados pela prefeitura e pela policia.
O vereador Renato do Mercado não pode comparecer por motivo de que estava na inauguração de Ambulatório de Saúde(HGNI) no bairro da Posse.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
FESTA CAIPIRA DO MAIA SUCESSO DE PÚBLICO E ORGANIZAÇÃO
| Carlos Maia e sua esposa Margareth o belo casal que organizaram o evento com carinho com uma equipe conceituada. |
Neste último sábado dia 20 de julho
estive presente numa rápida visita a uma grandiosa festa julhina
promovida pela equipe do nosso amigo CARLOS MAIA em seu Salão de Festas,
localizado na Rua Urus no Bairro da Grama em Nova Iguaçu.Segundo Carlos
Maia e sua esposa Margareth Maia é importante esse momento de
descontração e lazer junto a comunidade e que todo ano o grupo de amigos
se reunem visando fazer algo onde todos possam participar com grande
alegria.Quem esteve lá conferiu: Comidas tipicas, dança de quadrilha,
touro mecanico entre outros.Pena que não pude ficar até o final devido a
outros compromissos mais sem dúvida a festa estava sensacional e
parabéns a seus idealizadores.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
NOVA IGUAÇU REALIZA 6ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL NA UNIG
NOVA IGUAÇU - A cidade de Nova Iguaçu realizou, dia 13 de julho, a 6ª Conferência Municipal de Cultura, tendo início às 07h30, no auditório da Universidade Iguaçu (UNIG), localizada na Avenida Abílio Augusto Távora, n˚2134, bloco k, no Centro.
A Conferência foi coordenada pela Secretaria Municipal de Ação Cultural e pela
Subsecretaria dos Conselhos Municipais, e abordou o tema “Uma
Política de Estado para a Cultura: Desafios do Sistema Nacional de
Cultura”, e teve como objetivo reunir o governo e sociedade civil para
debater e propor ações em relação ao desenvolvimento cultural. Foram
discutidos os seguintes eixos temáticos: Implementação do Sistema
Nacional de Cultura, Produção Simbólica e Diversidade Cultural,
Cidadania e Direitos Culturais e Cultura e Desenvolvimento.O evento foi um sucesso.
terça-feira, 16 de julho de 2013
PETIÇÃO CONTRA O PEDÁGIO NA LINHA AMARELA
Por Luiz P.Carlos
Acione a justiça e se livre do pagamento do pedágio linha amarela no Rio de Janeiro.
EXMO. SR. DR. MM. JUIZ DE DIREITO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CÍVEL DA COMARCA DA CAPITAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
Autor: FULANO DE TAL....
Requerido: OAS Ltda & LAMSA Linha Amarela Sociedade Anônima, CNPJ 00.974.2111/0001-25 e IM 01.988.069 cito a Av. Carlos Lacerda s/nº Bairro de Água Santa, nesta capital do Estado do Rio de Janeiro a Praça do Pedágio, onde devem ser citados.
Vem perante Vossa Excelência, apresentar reclamação com os Direitos e Obrigações que lhe confere a Constituição Federal em seu Art.5º., e com base na Lei Nº. 4.717 de 29 de Junho de 1965. Para que faça valer os direitos e garantias legais e constitucionais em face do contrato de concessão LAMSA Nº 513/94 clausula DECIMA (anexo) e mais, sobre violação ao principio de isonomia restrição ao direito de ir e vir e obstrução da mobilidade urbana adquirido em demandas judiciais pelo MPF em inúmeras cidades Brasil a fora, de conhecimento publico e notórios amplamente divulgados na mídia e aprovado recentemente na CAMARA DOS DEPUTADOS.
Requerido: OAS Ltda & LAMSA Linha Amarela Sociedade Anônima, CNPJ 00.974.2111/0001-25 e IM 01.988.069 cito a Av. Carlos Lacerda s/nº Bairro de Água Santa, nesta capital do Estado do Rio de Janeiro a Praça do Pedágio, onde devem ser citados.
Vem perante Vossa Excelência, apresentar reclamação com os Direitos e Obrigações que lhe confere a Constituição Federal em seu Art.5º., e com base na Lei Nº. 4.717 de 29 de Junho de 1965. Para que faça valer os direitos e garantias legais e constitucionais em face do contrato de concessão LAMSA Nº 513/94 clausula DECIMA (anexo) e mais, sobre violação ao principio de isonomia restrição ao direito de ir e vir e obstrução da mobilidade urbana adquirido em demandas judiciais pelo MPF em inúmeras cidades Brasil a fora, de conhecimento publico e notórios amplamente divulgados na mídia e aprovado recentemente na CAMARA DOS DEPUTADOS.
Pelos fatos e fundamentos de direito que passa a expor:
§
Único A Reclamação consiste no direito adquirido de utilização da
Avenida sem ter que pagar pedágio, na proteção dos direitos individuais e
coletivos, violando preceitos legais do Estado Democrático de Direito,
atingindo clausulas contratuais (Contrato de Concessão Nº 513/94
clausula DECIMA) e normas de igualdade entre contribuintes da mesma
espécie, que ora encontra-se impedido de optar por trafegar na Avenida
Carlos Lacerda-Linha Amarela entre bairros livre sem a obrigação de
pagar para usar, inclusive sob ameaça de multas e perda de pontos na
CNH, ora penalizando financeiramente e do ponto de vista da mobilidade
urbana prejudicada.
DOS FATOS:
Enquanto o MPF
atuou e atua na defesa dos direitos do cidadão junto às concessionárias
CONCER (Rio-Juiz de Fora) e NovaDutra (Rio-São Paulo) que são estradas
pedagiada, o que é previsto constitucionalmente e permitido, Lei
7.712/88, não fosse à proximidade, interferência no transito diário
daquelas Municipalidades que originou a extinção da cobrança aos
moradores residentes no Município por força de Ato Jurídico exercido
pelo MPF, e atualmente aprovado e respaldado na CAMARA DOS DEPUTADOS o
fim do pedágio urbano (anexo), cujo direito de ir e vir em face à
discriminação tributaria e social, leva o contribuinte a requerer, junto
a esse tribunal, com base:
DO DIREITO:
O pedágio é na Avenida Carlos Lacerda, literalmente dentro do perímetro urbano, com faixas de reversão, sinais luminosos, transito intenso, filas diuturnas de mais de 1000 (mil) metros o que é uma violação as clausulas contratuais e agravantes como cerceador do livre direito de ir e vir em face do principio de isonomia e obstrução de via publica, etc.
DOS FUNDAMENTOS AO PEDIDO:
DO DIREITO:
O pedágio é na Avenida Carlos Lacerda, literalmente dentro do perímetro urbano, com faixas de reversão, sinais luminosos, transito intenso, filas diuturnas de mais de 1000 (mil) metros o que é uma violação as clausulas contratuais e agravantes como cerceador do livre direito de ir e vir em face do principio de isonomia e obstrução de via publica, etc.
DOS FUNDAMENTOS AO PEDIDO:
Bens públicos, tipo
ruas, avenidas e praças, que se integram as tarefas do cotidiano social
de qualquer perímetro urbano municipal, pois são utilizadas para;
trânsito ao trabalho, ao hospital e maternidade, as escolas, faculdades,
Fórum aos bancos, museus, cinemas, teatros, clubes e bailes, as
repartições publicas INSS, DETRAN, Delegacias de Policia, Bombeiros,
Prefeituras, Secretária de Fazenda, concessionárias de luz, água e gás,
enfim resolver as questões de ordem social e fiscal que se impõe como
norma e obrigações do cidadão, da criança e do idoso, pela via que livre
e democraticamente, desejar ir ou vir, por ser mais econômico, de menor
trânsito, de menor percurso, para atender melhor suas necessidades
optando sem qualquer restrição pelo trajeto; injustificado o argumento
da existência de vias alternativas problemáticas com objetivo de
arrecadar pedágio nas vias principais de maior segurança de fácil
acesso, em verdade a principal via de escoamento do trafego ficou
prejudicada e obstruída pela praça de pedágio com longas filas
diariamente causando enormes engarrafamentos e prejuízos, as demais,
ditas opcionais, não foram construídas pela concessionária bem como as
benfeitorias daquela que é cobrado o pedágio LAMSA, como o alargamento
do viaduto de Manguinhos construído pela DELTA ENGENHARIA custeado pelo
Município e o viaduto da Abolição, ambas parte da concessão da Linha
Amarela pagos com recursos do Município; A liberdade e o direito de ir e
vir e a opção preferencial do trajeto no perímetro urbano são clausula
pétreas (APC 1347785DF RA No. 36022 de 05.03.86 Pub. DJU pag. 8.144
de 15.05.86 Min. Relator Manoel Coelho). Mesmo assim as duas principais
opções existentes como principais alternativas, uma cruza a comunidade
do Morro dos Macacos pela Avenida Meneses Cortes conhecida por
Grajaú-Jacarepaguá, sinuosa, íngreme, e de alto risco por bala perdida,
confrontos e arrastão, a segunda alternativa não só aumentaria o
percurso em pelo menos três vezes, como à passagem por mais de dez
bairros e zonas de risco, retardaria em mais de duas horas o percurso,
se feito pela AVENIDA CARLOS LACERDA Linha Amarela. Essas seriam as
opções, porem, mais do que abusivas e sobre tudo ilegais e
inconstitucionais à época da concessão cujo ano base foi 1994, a
obrigação de desviar ou pagar pedágio para ter acesso à via urbana é
imoral e reconhecida pela CAMARA DOS DEPUTADOS onde tramita projeto
recentemente aprovado por maioria absoluta aguardando sanções
definitivas. Contudo por força de ações do MPF muitas vias já se
encontram impedidas de cobrar pedágio urbano facultado por decisão
judicial, tal qual ora pleiteamos junto a esse egrégio Tribunal de
Justiça da Capital Estado do Rio de Janeiro. Outro fator é
excesso de tributação concomitante, os cidadãos pagam até cinco vezes ao
transitar especificamente nesta AVENIDA Municipal, qual seja: Valor do
Pedágio na AVENIDA, valor da CIDE/Combustíveis, valor do ICMS, valor do
IPVA, valor do IPTU, todos embutem tarifas de perímetro urbano, espaço
publico, etc.
O Priculun in Mora, muito usado como forte argumento para manutenção do contratos abusivos, neste caso é tese afastada (Contrato 513-94-Linha Amarela) por excesso de prazo da concessão, originariamente contratada por 10 (dez) anos, prazo esse que se considerou para a recuperação dos investimentos mais juros e lucro à concessionária. Porem isso iniciou-se no ano de 1997, portanto expirado e extinto o suposto receio de prejuízo a quem quer que seja.Finalizando: Na clausula DECIMA, do contrato LINHA AMARELA de concessão dos serviços de cobrança de pedágio urbano na Avenida Carlos Lacerda Nº. 513 de 09 de Dezembro de 1994 citam: ... Em caso de inexecução dos serviços, total ou parcial, erro de execução, execução imperfeita, mora na execução, inobservância dos padrões referidos na relação de itens a serem contemplados na operação e manutenção da via, qualquer inadimplemento ou infração contratual relativo ao Município ou ao USUÁRIO dos serviços a CONCESSIONARIA, sem prejuízo da responsabilidade civil e criminal que couber, ficara sujeita a penalidades... Não querendo entrar no cerne de mérito, citamos apenas algumas violações desta DECIMA clausula, como no caso as filas enormes diuturnamente que vão da praça de pedágio no Bairro de Agua Santa ao bairro de Bonsucesso o que equivale a mais de 5KM (cinco quilômetros todos os dias), e da praça de pedágio em Agua Santa ao bairro da Barra da Tijuca na mesma proporção, o que esta previsto no caso de Execução Imperfeita, Erro de Execução, Mora na Execução.
Por se tratar de falha endêmica, impossível de ser restituída e corrigida essa anomalia, o Autor vem por esse instrumento, solicitar, em Tutela Antecipada, mediante:
DO PEDIDO:
O Priculun in Mora, muito usado como forte argumento para manutenção do contratos abusivos, neste caso é tese afastada (Contrato 513-94-Linha Amarela) por excesso de prazo da concessão, originariamente contratada por 10 (dez) anos, prazo esse que se considerou para a recuperação dos investimentos mais juros e lucro à concessionária. Porem isso iniciou-se no ano de 1997, portanto expirado e extinto o suposto receio de prejuízo a quem quer que seja.Finalizando: Na clausula DECIMA, do contrato LINHA AMARELA de concessão dos serviços de cobrança de pedágio urbano na Avenida Carlos Lacerda Nº. 513 de 09 de Dezembro de 1994 citam: ... Em caso de inexecução dos serviços, total ou parcial, erro de execução, execução imperfeita, mora na execução, inobservância dos padrões referidos na relação de itens a serem contemplados na operação e manutenção da via, qualquer inadimplemento ou infração contratual relativo ao Município ou ao USUÁRIO dos serviços a CONCESSIONARIA, sem prejuízo da responsabilidade civil e criminal que couber, ficara sujeita a penalidades... Não querendo entrar no cerne de mérito, citamos apenas algumas violações desta DECIMA clausula, como no caso as filas enormes diuturnamente que vão da praça de pedágio no Bairro de Agua Santa ao bairro de Bonsucesso o que equivale a mais de 5KM (cinco quilômetros todos os dias), e da praça de pedágio em Agua Santa ao bairro da Barra da Tijuca na mesma proporção, o que esta previsto no caso de Execução Imperfeita, Erro de Execução, Mora na Execução.
Por se tratar de falha endêmica, impossível de ser restituída e corrigida essa anomalia, o Autor vem por esse instrumento, solicitar, em Tutela Antecipada, mediante:
DO PEDIDO:
1
- Como solicitação pessoal à inicial o autor deseja; gratuidade de
justiça ampla, irrestrita e irrevogável na forma da Lei Nº 4.717 -
29/06/1965.
2 - Ante todo o exposto, requer a este Tribunal de
Justiça, em tutela antecipada, sejam concedidos ao Autor, e os quantos
juntarem-se a este os direitos compatíveis ao principio de isonomia e o
previsto no contrato LINHA AMARELA Nº513/94 clausula DECIMA nos termos
de Execução Imperfeita, Erro de Execução, Mora na Execução?. Aos que
trafegam diariamente, uma vez que o autor é motorista profissional e
vive desta função cuja cobrança onera substancialmente seus custos,
interfere no seu horário de descanso, pois que desviar da cobrança
diariamente no caminho de ida e vinda de sua residência usa rotas
alternativas que demandam horas intermináveis de transito e
congestionamentos, enquanto seus vizinhos a menos de 800 metros não
estão submetidos a esse calvário de injustiças. Pede mui
respeitosamente a esse MM. Juiz que julgue procedente o pedido de
isenção permanente ao pagamento do pedágio na Avenida Carlos Lacerda
conhecida por Linha Amarela no Município do Rio de Janeiro.
Para demonstração do alegado requer a inversão do ônus da prova e de todos os meios de prova em direito admitida. Ao Autor a permissão para apresentar sempre que necessário, em qualquer faze processual, o contraponto das provas documentais ao esclarecimento processual.
Para demonstração do alegado requer a inversão do ônus da prova e de todos os meios de prova em direito admitida. Ao Autor a permissão para apresentar sempre que necessário, em qualquer faze processual, o contraponto das provas documentais ao esclarecimento processual.
VALOR DA CAUSA:
Atribui-se o valor da causa em R$ 10.000.000,000,00 (dez milhões de reais) para os efeitos de pertinência processual.
Email:: pterpan.sun@gmail.com
domingo, 14 de julho de 2013
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
MAIS UM CRIME GERA REVOLTA NO GRUPO LGBT
Por*EUGENIO IBIAPINO
Senhor Governador Sergio Cabral.
Vossa
Excelência não vai chorar pelo sangue de Leonardo Teixeira Cardoso.
Desaparecido
desde o dia 07/07 2013, depois de muitas buscas a família localizou o seu corpo
crivado á balas no IML de Nova Iguaçu Rio de Janeiro.
Os crimes de
intolerância se tornaram corriqueiros em todo o estado do Rio de Janeiro,
especificamente na baixada fluminense. Á ausência de uma política publica
concreta contra á homofobia tem impulsionado mais ainda a impunidade dos que
agridem e matam as pessoas por causa da sua orientação sexual.
Todavia
entendo que não conseguiremos acabar com os variados crimes, em especial os
chamados ‘CRIMES DE ÓDIO “mas se as cidades tivessem um centro de referencia de
combate à homofobia ou algo do gênero iria com certeza inibir a praticas desse
tipo de afronta aos direitos humanos. Enquanto as pessoas LGBTS estão morrendo,
muitos/as por causa da intolerância, os chamados movimentos organizados LGTS
fazem um alarde na mídia exigindo o casamento LGBT ou casamento igualitário,
enquanto esquecem a principal bandeira de luta que é aprovar o PL (projeto de
lei) 122 que criminaliza á homofobia, equiparando á ao crime de racismo. Nada
contra o casamento e tudo á favor da vida contra á pena de morte silenciosa que
está sendo imposta aos LGBTS, principalmente das classes mais empobrecidas, que
não podem morar em um condomínio que tenha um bom esquema de segurança, que não
podem andar de carro blindado como acontece com funcionários do Estado que
“trabalham” no combate a homofobia, que não podem comprar uma boa pistola e
fazer um bom curso de tiro, ou pagar uma boa academia aonde possa aprenderuma
modalidade de luta para a defesa pessoal, etc.
Portanto,
não quero ser simplista e achar que o crime pode ser resolvido com uma canetada,
porque o crime é o resultado de como estamos organizados, é o fruto não somente
de tipo de educação que recebemos como também do sistema que se alimenta do
suore sangue de uma classe para manter os privilégios de uma minoria.
A homofobia
vem de todas as classes sociais, mas se tivéssemos um trabalho nas comunidades,
escolas, sindicato, igrejas, se existisse uma política séria e acertada sobre
este tema, a sociedade brasileira especificamente a baixada fluminense já
poderia conviver com os homossexuais com mais respeito, com outro olhar
diferenciado que não seja com o olhar do desprezo, do nojo e da morte.
Eu escapei
da morte no dia 22 de junho graças a dois vizinhos que me socorreram, e depois
soube que os agressores se defenderam dizendo que queriam apenas fazer um
susto.
A família,
namorado, amigos e a comunidade LGBT organizada de Nova Iguaçu tinham esperança
de encontrar LEONARDO TEXEIRA CARDOSO com vida, mas infelizmente foi localizado
em um instituto médico legal.
Sei que não
deve ser confortável para algumas autoridades saberemdessa denuncia, todavia
ela é necessária, porque em pleno
século XXI a intolerância e o ódio não
podem encontrar espaço em nossos corações e mentes.
Afeto não é
crime e o amor não mata, o que mata é a incompetência dos governantes e a
inércia da sociedade que ainda cai na tentação de não ver perigo algum na
ideologia divulgada pelos Felicianos, Malafaias, e Bolsonaros da vida, que
incentivam uma cultura de extermínio da comunidade lgbt.
Senhor
governador, senhores deputados, senhores prefeitos.
Quem será o
próximo?que será encontrado amanhã sem vida numa
pedra fria do IML?
*Sobre o
autor do texto.Fundador do
movimento LGBT da baixada fluminense-Apresentador
do programa Atitude Gera mudança da C4 TVWEB-Articulista.-Secretario
de Comunicação do grupo 28 de junho-Um dos
coordenadores da Parada LGBT de Nova Iguaçu.
Email:
eugenioibiapino@gmail.com
quinta-feira, 11 de julho de 2013
PREFEITO NELSON BORNIER INAUGURA CENTRAL DE REGULAÇÃO DO SAMU
O prefeito de Nova Iguaçu e presidente do Consórcio Intermunicipal de
Saúde da Baixada Fluminense, Nelson Bornier, inaugura nesta sexta-feira
(12), às 12h, a nova Central de Regulação do Samu 192 da Baixada
Fluminense, sediada em Nova Iguaçu. O evento contará com a presença do
Coordenador Geral de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Paulo
de Tarso Abrahão, e do Secretário de Estado de Saúde, Sérgio Côrtes. A
região também recebe 37 novas ambulâncias do governo federal para
incrementar o serviço.
Para Nelson Bornier, essa conquista marcará o
início de uma nova era de eficiência e modernidade na regulação das
urgências nos municípios da região. “O Samu é um serviço essencial para a
população da Baixada, pois presta um atendimento de qualidade nos casos
de urgência e emergência, salvando vidas”, destaca.
Instalações amplas e confortáveis com ambiente humanizado, além de
novos equipamentos e mobiliário. Estas são algumas conquistas da
estrutura que recebeu investimentos na ordem de R$ 417 mil do Ministério
da Saúde. A Central, administrada pelo Cisbaf, recebe todas as ligações
realizadas para o 192 na Baixada Fluminense (sendo 12 municípios
integrantes). No mês de junho, o serviço registrou 21.813 telefonemas e
1.781 ocorrências com envio de ambulância.
As 37 novas ambulâncias
que estão sendo entregues possibilitarão melhor cobertura do serviço de
urgência e emergência na região, reduzindo o tempo-resposta, e ainda
substituirão as que estejam sem condições de uso. Outras novidades estão
sendo implementadas, como a instalação de um sistema de GPS para
monitoramento de toda a frota, implantação de um sistema informatizado
de regulação médica para controle de todos os atendimentos realizados
por município, além da instalação de uma linha telefônica exclusiva e um
rádio para contato direto com o Corpo de Bombeiros.
Segundo a
secretária executiva do Cisbaf, Rosangela Bello, a parceria com o Corpo
de Bombeiros facilitará a comunicação entre os dois serviços, agilizando
o atendimento, principalmente, nos casos de grandes acidentes. Já o
sistema de regulação médica permitirá a exibição em tempo real de
estatísticas e relatórios, que serão mensalmente fornecidos aos
gestores, possibilitando maior controle, avaliação e melhor definição de
estratégias para aprimoramento do serviço.
O evento vai acontecer na Avenida Governador Roberto da Silveira, 2.012, Bairro da Posse, em Nova Iguaçu.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
PREFEITO E EMPRESÁRIOS DISCUTEM SOBRE CONSTRUÇÃO CIVIL
Por Alexandra Boechat.
A Associação Comercial e Industrial de Nova Iguaçu (ACINI), realizou na manhã de ontem, na sua sede, o 2° "Café com Empresários do Ramo de Construção Civil", que atuam na cidade. O evento contou com a participação do prefeito Nelson Bornier, do Secretário Municipal de Urbanismo, Habitação e Meio Ambiente, Giovanni Guidone, do Secretário Municipal de Turismo e Cultura, Mário Marques, além de empresários e o presidente da CDL, Cláudio Rosenberg.
Na pauta da reunião, elaborada pelo presidente da ACINI, Antônio Alpino e pelo presidente do conselho deliberativo, Renato Jardim, junto aos empresários do ramo da construção, Luiz Cotrik, Júlio Mario Peixoto e o arquiteto Ronaldo Grana, estavam, a licença de obras na cidade; as definições das regras e prazos para acompanhamento dos processos junto a prefeitura; a definição das áreas de preservação ambiental; definição das regras para construção em cada área de zoneamento urbano; informatização da secretaria de urbanismo e a criação de uma agenda para acompanhar as demandas da construção civil.
Bornier ouviu atentamente as reivindicações, porém, resolveu propor a criação de uma comissão formada pelos próprios empresários que facilitará a implementação de projetos regulares (tanto na fase de elaboração, quanto na de execução) no ramo da construção na cidade e que servirá de ponte entre os investidores e o governo municipal.
"A comissão está começando a se formar agora e ela é importante para estreitar o contato do poder público com os empresários da construção civil, agilizando o processo de tomada de decisão com relação aos investimentos na área de construção. Somos na verdade um grupo de investidores que quer contribuir para o progresso de Nova Iguaçu", explicou Antônio Alpino, evidenciando o bom relacionamento que a classe empresarial tem com o governo atual. "Não podemos perder a oportunidade de desenvolver a cidade neste governo", acrescentou Jardim. A comissão já tem reunião marcada para o próximo dia 25.
O prefeito ressaltou que está sempre acessível para discutir as questões colocadas pelos empresários e que a agenda para acompanhar as demandas da construção civil, pode sim, ser criada. Ele explicou ainda que a questão da informatização da secretaria de urbanismo já está sendo resolvida.
Ampliação das construções na cidade:
Durante as discussões sobre os temas colocados em pauta, Bornier fez questão de dizer que tem sim um compromisso firmado com a questão da construção. Por isso fez questão de colocar em seu governo representantes da sociedade iguaçuana que também almejam melhorias no setor. Entretanto, mostrou preocupação com empreendimentos já construídos na cidade que apresentam diversas irregularidades e com os malefícios que estas construções tem trazido para a população.
Ele citou um empreendimento residencial de alto luxo construído na Estrada de Iguaçu, assim como, um supermercado que fica no mesmo endereço e a Cidade da Moda, localizada na Dutra, que por conta de erros na fase de execução, tem provocado enormes alagamentos e transtornos aos moradores que vivem nos arredores deles. "Construíram esses empreendimentos sem se preocupar com a drenagem, com uma rede de esgoto bem feita. O resultado é que quando chove alaga tudo. O povo do Rancho Novo está pagando um preço alto. Se for assim, o que vamos fazer com estas pessoas? Vamos deixar elas se afogarem? O mercado está funcionando sem alvará. Isso não pode", reclamou Bornier.
"Em 28 de dezembro do ano passado foi concedida uma avalanche de habite-se e licenças para obras, faltando dois dias para o fim do último governo. Não teve fiscalização e o povo é quem paga. Quero que o empresário ganhe dinheiro, mas que também goste da cidade", frisou Bornier, dando o exemplo de Erich Buschler, dono da Compactor, que mora nos fundos da fábrica até os dias de hoje.
Finalizando, o prefeito explicou que a maior dificuldade para se construir empreendimentos no centro da cidade é a aquisição de terrenos, mas, ainda assim, estão sendo construídas na periferia, mais de 10 mil unidades residenciais do projeto ‘Minha Casa, Minha Vida’ e que outros investimentos estão recebendo total atenção.
A Associação Comercial e Industrial de Nova Iguaçu (ACINI), realizou na manhã de ontem, na sua sede, o 2° "Café com Empresários do Ramo de Construção Civil", que atuam na cidade. O evento contou com a participação do prefeito Nelson Bornier, do Secretário Municipal de Urbanismo, Habitação e Meio Ambiente, Giovanni Guidone, do Secretário Municipal de Turismo e Cultura, Mário Marques, além de empresários e o presidente da CDL, Cláudio Rosenberg.
Na pauta da reunião, elaborada pelo presidente da ACINI, Antônio Alpino e pelo presidente do conselho deliberativo, Renato Jardim, junto aos empresários do ramo da construção, Luiz Cotrik, Júlio Mario Peixoto e o arquiteto Ronaldo Grana, estavam, a licença de obras na cidade; as definições das regras e prazos para acompanhamento dos processos junto a prefeitura; a definição das áreas de preservação ambiental; definição das regras para construção em cada área de zoneamento urbano; informatização da secretaria de urbanismo e a criação de uma agenda para acompanhar as demandas da construção civil.
Bornier ouviu atentamente as reivindicações, porém, resolveu propor a criação de uma comissão formada pelos próprios empresários que facilitará a implementação de projetos regulares (tanto na fase de elaboração, quanto na de execução) no ramo da construção na cidade e que servirá de ponte entre os investidores e o governo municipal.
"A comissão está começando a se formar agora e ela é importante para estreitar o contato do poder público com os empresários da construção civil, agilizando o processo de tomada de decisão com relação aos investimentos na área de construção. Somos na verdade um grupo de investidores que quer contribuir para o progresso de Nova Iguaçu", explicou Antônio Alpino, evidenciando o bom relacionamento que a classe empresarial tem com o governo atual. "Não podemos perder a oportunidade de desenvolver a cidade neste governo", acrescentou Jardim. A comissão já tem reunião marcada para o próximo dia 25.
O prefeito ressaltou que está sempre acessível para discutir as questões colocadas pelos empresários e que a agenda para acompanhar as demandas da construção civil, pode sim, ser criada. Ele explicou ainda que a questão da informatização da secretaria de urbanismo já está sendo resolvida.
Ampliação das construções na cidade:
Durante as discussões sobre os temas colocados em pauta, Bornier fez questão de dizer que tem sim um compromisso firmado com a questão da construção. Por isso fez questão de colocar em seu governo representantes da sociedade iguaçuana que também almejam melhorias no setor. Entretanto, mostrou preocupação com empreendimentos já construídos na cidade que apresentam diversas irregularidades e com os malefícios que estas construções tem trazido para a população.
Ele citou um empreendimento residencial de alto luxo construído na Estrada de Iguaçu, assim como, um supermercado que fica no mesmo endereço e a Cidade da Moda, localizada na Dutra, que por conta de erros na fase de execução, tem provocado enormes alagamentos e transtornos aos moradores que vivem nos arredores deles. "Construíram esses empreendimentos sem se preocupar com a drenagem, com uma rede de esgoto bem feita. O resultado é que quando chove alaga tudo. O povo do Rancho Novo está pagando um preço alto. Se for assim, o que vamos fazer com estas pessoas? Vamos deixar elas se afogarem? O mercado está funcionando sem alvará. Isso não pode", reclamou Bornier.
"Em 28 de dezembro do ano passado foi concedida uma avalanche de habite-se e licenças para obras, faltando dois dias para o fim do último governo. Não teve fiscalização e o povo é quem paga. Quero que o empresário ganhe dinheiro, mas que também goste da cidade", frisou Bornier, dando o exemplo de Erich Buschler, dono da Compactor, que mora nos fundos da fábrica até os dias de hoje.
Finalizando, o prefeito explicou que a maior dificuldade para se construir empreendimentos no centro da cidade é a aquisição de terrenos, mas, ainda assim, estão sendo construídas na periferia, mais de 10 mil unidades residenciais do projeto ‘Minha Casa, Minha Vida’ e que outros investimentos estão recebendo total atenção.
sábado, 6 de julho de 2013
DA ARMA DE FOGO AO PROJETO DE CURA GAY
*Eugenio
Ibiapino
O gigante
estava adormecido ou estava dançando quadradinho de oito? De qualquer forma o
mundo assistiu ás ruas do Brasil serem
tomada por uma multidão que usava como a ponta do icebergue a redução das
tarifas de ônibus. Mas as pessoas desavisadas não conseguiam entender a
importância dessa revolta popular que se tornou acontecimento em todos os
Municípios brasileiros, e aconteceu exatamente como um importante reflexo
social da democracia brasileira, que conseguiram dar um recado importante aos
políticos, de que o setor da política não detém mais o poder como pensavam há
alguns meses atrás. O monopólio dos políticos ficou ameaçado nas ruas.
Tem aqueles
oportunistas com visão ultra direita que acha que vão poder se utilizar das
manifestações para disseminar uma cultura neonazistas como ocorreu no Rio de
janeiro aonde muita gente foi denunciando por fazer saudações nazistas no meio
da multidão em movimento. A mídia chegou a noticiar que algumas pessoas foram
presas infiltradas nas manifestações com livros e símbolos nazistas.
A população
brasileira redescobriu suas forças nas ruas, umas pessoas pediam a diminuição e
o congelamento dos gêneros alimentícios, outras pediam atenção para o sistema
do SUS, outras ainda pediam políticas públicas no combate á homofobia dentre
outras reivindicações. Depois de crescer e avançar nos protestos essa revolta
precisará ser refletida nas urnas porque ultimamente a população eleitoral tem
escolhido a dedo sujo a maioria dos nosso s políticos, com pequenas exceções.
Todavia hoje se
vê de tudo no parlamento brasileiro; Parlamentares puxando arma de fogo e
ameaçando os seus desafetos como aconteceu na câmera dos vereadores da cidade
de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, outros fazendo projetos que de nada poderá
melhorar a vida da população Brasiléia como foi p caso de um pastor deputado
desavisado e oportunista que inventou o projeto da “cura” gay, lembrando que
não se pode curar algo que não é doença, haja vista que a própria (OMS)
Organização de saúde não reconhece a homossexualidade, a bissexualidade ou a
heterossexualidade como uma doença ou desvio. Assim quem ganha o dinheiro
publico para fazer leis em favor da melhoria de vida da população resolve usar
este recurso para consolidar uma cultura de discriminação e extermínio que
perdura há século contra a comunidade homossexual brasileira, porque neste país
á cada dia uma pessoa é executada por causa da sua orientação sexual.
A própria
Anistia internacional já denunciou que no Brasil se executa homossexuais por
motivo de ódio, tanto quanto os países governados por políticos religiosos e
fanáticos como Irã, Iraque e Zimbábue. Ainda sobre este famigerado
projeto de “cura” gay depois de ser arquivado pelo plenário da Câmera Federal o
deputado Anderson Ferreira (PR- PE) reapresentou o mesmo projeto. O texto é o mesmo
de autoria do Deputado João Campos(PSDB GO) na terça feira dia 2 de julho. O deputado Ferreira foi relator
do referido projeto na comissão de direitos humanos aonde votou favorável.
Projeto como a
“cura” gay não é um deboche apenas para a comunidade homossexual, como para
toda a população brasileira que tem sérios problemas sociais, como o crack que
hoje atinge nossas crianças e adolescentes sendo inclusive um grande problema
na zona Rural. O eleitor brasileiro não pode mais continuar refém de
parlamentares de mente presa aos preconceitos. Vamos nos utilizar do nosso
vasto potencial que motivou a ida ás ruas.
A verdade e´que
não nascemos para agradar ninguém, mas nosso limite vai até aonde chega o
milite do outro. Somos a todo o momento permeado pelos anseios dos movimentos
sociais e acabamos sendo um pouco do reflexo daquilo que vivemos. Se educarmos
nossas crianças para a cidadania e para a felicidade, estaremos no caminho de
formar adultos equilibrados e felizes ao contrário disso o resultado
serão o retrocesso e o fanatismo que trasformarao nossos jovens em adultos sisudos, infelizes e improdutivos. O século XXI continuará sendo a busca
incessante da felicidade e do conhecimento.
As vozes roucas
dos gases lacrimogêneos darão o toque especial na escolha dos nossos
parlamentares. O enfretamento de armas entre parlamentares e até mesmo projetos como o “ Cura “ gay ficarão para sempre na lata de lixo da história
contemporânea. As idéias serão enfrentadas de maneira civilizadas. Devemos
apoiar as manifestações, mas nunca deixando para trás a busca do conhecimento,
porque o que continua sendo um malefício no Brasil é a inércia de um setor
importante da sociedade e a incompetência dos governantes em entender e escutar
as vozes roucas das ruas.
*O autor
é articulista-Fundador do movimento
LGBT da baixada-Coordenador da parada
LGBT de Nova Iguaçu-Apresentador do programa ‘ATITUDE GERA MUDANÇA” da C4 TV
WEB.
Contato: eugenioibiapino@gmail.com
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